quinta-feira, 26 de maio de 2016

Agosto de 2016: visitas orientadas à Ala Pedagógica de Exposição Permanente na BU/UFSC


A partir de agosto 2016 as visitas orientadas à Ala Pedagógica de Exposição Permanente do Museu do Brinquedo da Ilha de Santa Catarina na BU/UFSC voltarão a ter continuidade com acompanhamento das estagiárias.

Para marcar horário, por favor, entrar em contato pelo e-mail com Kelly: kellynhalua@hotmail.com

Horário de Funcionamento da BU/UFSC:
Segunda a sexta das 7:30 às 22h
Sábado das 8h às 17h.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Comunicado sobre agendamento das visitas escolares ao MBISC


Comunicado

O Museu do Brinquedo interromperá temporariamente a Ala Pedagógica, suspendendo as visitas escolares até a regularização de trâmites administrativos. Comunicamos também que o período da exposição Vitor Kaingang Vive, no primeiro piso da Biblioteca, foi ampliado para até 30/04/2016, podendo ser visitada nos horários de abertura da mesma, isto é, matutino até 26/02/2016 e após nos horários normais do semestre letivo.

Outrossim, as visitas às estantes da Ala Permanente do Museu poderão ser realizadas normalmente, sem agendamentos.

Atenciosamente.

Museu do Brinquedo da Ilha de Santa Catarina/UFSC


17 de fevereiro de 2016.


Visitas acompanhadas retornam em agosto de 2016.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Vídeos do Seminário Histórias da infância: MASP/Museu de Arte de São Paulo


Vídeos do Seminário Histórias da infância
MASP/Museu de Arte de São Paulo
06 out 2015

No dia 6 de outubro (2015), o MASP realizou o seminário Histórias da infância para estabelecer uma discussão sobre a construção da ideia da infância, a partir de perspectivas e enfoques variados, dando especial importância à sua representação social, cultural, política e iconográfica. O seminário aconteceu nos preparativos da exposição homônima a ser realizada entre abril e julho de 2016. A exposição abordará o tema da representação da infância na arte através dos séculos, com obras e objetos de diferentes períodos históricos e culturais, articulando um tema com forte presença no acervo do MASP.


Seminário Histórias da infância

MASP, 06/10/2015 - Mesa 02 (Tarde)

Renato Pinto Venâncio (03:03), Maria Helena Pereira Toledo Machado (18:40) e Telma Anita Piacentini (39:40) apresentam suas pesquisas e perspectivas no seminário Histórias da infância.




Seminário Histórias da infância
MASP, 06/10/2015 - Mesa 01 (Manhã)

Mary Del Priore(07:00), Marcos Cezar de Freitas (21:10), Ana Lucia Lopes (42:00) e Maria Filomena Gregori (01:04:40) apresentam suas pesquisas e perspectivas no seminário Histórias da infância.



Sobre os palestrantes

Ana Lucia Lopes é mestre e doutora em Ciência Social/Antropologia Social pela Universidade de São Paulo e atualmente é coordenadora de Planejamento Curatorial do Museu Afro Brasil. Integrou o Comitê Interdisciplinar para Implantação do Museu Afro Brasil, 2004-2005 e concebeu, implantou e coordenou o Núcleo de Educação do museu, 2004-2009. Entre 2007 e 2009, coordenou o programa Fábricas de Cultura-SEC. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia das Populações Afro-Brasileiras, Antropologia Urbana e Antropologia na área de Educação atuando principalmente nos seguintes temas: identidade, cultura, educação, juventude, infância, políticas públicas, relações de conhecimento, aprendizagem e desenvolvimento.

Luciano Migliaccio é curador adjunto de arte europeia do Museu de Arte de São Paulo e professor doutor de História da Arte junto ao Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP). É formado em História da Crítica de Arte pela Scuola Normale Superiore di Pisa, Itália. Foi bolsista da Fondazione di Studi di Storia dell'Arte "Roberto Longhi" em Florença, Itália. Recebeu seu doutorado em História da Arte Medieval e Moderna pela Università degli Studi di Pisa em 1990.

Marcos Cezar de Freitas é professor livre docente do Departamento de Educação da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da UNIFESP. Coordenou o processo de criação do Programa de Pós-Graduação Educação e Saúde na Infância e Adolescência, onde coordena o Laboratório de Ensino e Vulnerabilidades Infantis, que em perspectiva antropológica desenvolve pesquisas a respeito dos temas criança, infância e inclusão. Coordena também a Plataforma de Saberes Inclusivos, projeto que resgata experiências cotidianas de lidar com o corpo da criança e as analisa levando em consideração os idiomas culturais do sofrimento infantil.

Maria Filomena Gregori é professora Livre-Docente do Departamento de Antropologia da UNICAMP (2010). Possui graduação em Ciências Sociais (UNICAMP,1981), mestrado em Ciência Política (USP, 1988), doutorado em Antropologia Social (USP, 1997), e estudos de pós-doutorado no Departament of Anthropology (University of California, Berkeley, 2001). É pesquisadora associada do Pagu - Núcleo de Estudos de Gênero (UNICAMP), sendo membro de seu conselho científico.  É autora, entre outras publicações, dos livros: Cenas e queixas - um estudo sobre mulheres, relações violentas e a prática feminista (Paz e Terra/Anpocs, 1993); Viração - experiência de meninos nas ruas(Companhia das Letras, 2000); e co-autora de Meninos de rua e as instituições (São Paulo: Contexto, 2000). 

Maria Helena Pereira Toledo Machado é professora titular do Departamento de História da USP. É autora de diversos livros, entre eles estão  Crime e  escravidão (São Paulo: EDUSP, 2014); O plano e o pânico: movimentos sociais na década da abolição (São Paulo: Edusp, 2010); Rastros e raças de Louis Agassiz: fotografia, corpo e ciência ontem e hoje (Rio de Janeiro: Capacete/Funarte, 2014); Brazil through the Eyes of William James: Letters, Diaries, and Drawings (Cambridge, MA: Harvard University Press, 2006). Recentemente, co-organizou o livro Tornando-se livre: agentes históricos e lutas sociais na década da abolição (São Paulo: Edusp, 2015). Atualmente desenvolve o projeto Mothering Slaves/Maternidade Escrava, o qual inclui a organização de uma exposição fotográfica.

Mary Del Priore foi professora de História da USP e da PUC-RJ. É pós-doutorada pela École des Hautes Études em Sciences Sociales, de Paris. Publicou mais de 43 livros e foi vencedora de vários prêmios literários nacionais e internacionais, como Jabuti, APCA e Ars Latina. Foi colunista do jornal O Estado de S. Paulo por dez anos. É sócia-titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro, do PEN Club do Brasil, da Real Academia de La Historia de Espanha, da Academia Portuguesa da História e da Academia Carioca de Letras.

Renato Pinto Venâncio possui graduação em História pela PUC-RJ (1982), mestrado pela Universidade de São Paulo (1988), doutorado pela Universidade de Paris IV - Sorbonne (1993) e pós-doutorado pela Universidade de São Paulo (2005). É professor na Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Publicou os seguintes livros sobre a história social da infância: Uma história social do abandono de crianças: de Portugal ao Brasil, séculos XVIII-XX (Alameda, 2010); Arte de criar bem os filhos na idade da puerícia, 1685 (Martins Fontes, 2004); Famílias abandonadas – assistência à criança de camadas populares no Rio de Janeiro e em Salvador - séculos XVIII e XIX. (Campinas/ SP: Papirus, 1999).

Telma Anita Piacentini é formada em pedagogia pela UFSC, mestre pela UNICAMP e doutora pela USP e Universidade de Ferrara/Itália. É autora de O morro da caixa d´água?: o significado político-pedagógico dos movimentos populares na periferia de Florianópolis e Brincadeiras infantis na ilha de Santa Catarina. Criou a Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis, e o Museu do Brinquedo da UFSC. Participa do programa de pós-graduação em Educação da UFSC, com seminários especiais sobre Imagens de Infância e do Núcleo Infância Comunicação e Arte (NICA/UFSC - CNPq) com pesquisas sobre o imaginário e imagens infantis na arte, relacionadas com brinquedos e brincadeiras. Atualmente, realiza estudos sobre imagens de infância indígena, na cultura lúdica do Brasil.

Reproduzido de MASP
Foto: Jean-Baptiste-Siméon Chardin, Retrato de Auguste Gabriel Godefroy (Jeune Ecolier qui Joue au Toton), 1741 (C) MASP

sábado, 30 de janeiro de 2016

Vitor Kaingang. Presente!!! Carta à Sociedade Catarinense


VITOR KAINGANG. PRESENTE!!!

CARTA À SOCIEDADE CATARINENSE

O brutal crime cometido ao pequeno Vitor Pinto Kaingang, no dia 30 de dezembro passado, em Imbituba (SC), não é apenas um caso individual, isolado do contexto no qual vivem os povos indígenas no Brasil, e em Santa Catarina.  Não obstante as razões obscuras e individuais que levaram ao crime, ele revela a ponta de um enorme iceberg: as violações históricas aos direitos indígenas, suas condições de vida hoje e a forma brutal como setores da imprensa, políticos e empresários os atacam.

Os povos indígenas têm seus direitos assegurados pela Constituição Federal, em especial nos Artigos 231 e 232. Estes direitos incluem o reconhecimento à organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam. Isso implica dizer, que eles têm o direito de participar da sociedade brasileira a partir de seus modos culturais próprios.

Em Santa Catarina esses povos se denominam Kaingang, Guarani e Laklãnõ Xokleng que vivem em menos de 1% do território estadual. Nem todas as terras estão devidamente regularizadas pelo Estado. Algumas delas envolvem conflitos com outros trabalhadores, agricultores e moradores de “boa fé”, também vítimas de políticas inconsequentes do Governo em relação à terra. Pela pequena extensão das terras a resolução dos conflitos poderia ser simplificada se não fosse o governo do estado de Santa Catarina se posicionar diretamente contra a demarcação das terras.

Esta situação interfere diretamente na reprodução da vida dos grupos familiares indígenas.

Muitos indígenas precisam trabalhar fora de suas terras e em contextos absolutamente alheios a sua cultura, para conseguir garantir a sobrevivência mínima, muitas vezes em condições muito precárias.

Nestes contextos, a exploração e precarização do trabalho, que atinge todos os trabalhadores, se reveste, na maioria das vezes, do preconceito étnico, levando a situação de violência, humilhação e sofrimento adicionais. Assim, despossuídos da terra e de seus recursos, os indígenas se veem forçados a vender sua força de trabalho em empresas que não respeitam direitos trabalhistas, muito menos étnicos.

Por conta disso o artesanato tem se tornado uma significativa fonte de renda para os indígenas, e a sua comercialização no verão é bastante importante para a garantia de recursos necessários à sobrevivência. Os Kaingang, em sua maioria moradores do Oeste de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul e do Paraná costumam deslocar-se para o litoral vender suas cestarias, bijuterias, brinquedos e demais obras.  Esta atividade é muito apreciada pelos indígenas, e envolve   várias etapas de um processo que inicia nas suas terras, com a coleta de sementes, cipós, taquaras e demais materiais para sua confecção. É um trabalho que envolve mulheres, homens e crianças, imbuída de elementos culturais indígenas, que mesmo incorporando elementos culturais e materiais não indígenas, isto não significa perda da identidade cultural, mas aponta a importância das trocas de saberes valorizadas pelos indígenas quando das relações com os não indígenas".  Por isto, os indígenas expõem e vendem seus artesanatos nas praias de Santa Catarina há mais de décadas. Assim a confecção de artesanato é um importante elemento educativo, de transmissão da cultura, para os indígenas e sua comercialização é um importante momento de reconhecimento do seu trabalho e de sua identidade.

Por ser um trabalho carregado de sentido e feito com prazer, as crianças participam do processo, aprendendo desde cedo com os mais velhos os saberes que o envolve. Assim como Vitor, que acompanhava seus pais e irmãos em Imbituba, em dezembro passado.

Por isto, ao analisar este tipo de atividade, é necessário estar atento aos elementos culturais e educativos presentes no artesanato, ao invés de enquadrá-lo como “trabalho infantil” pura e simplesmente, como muitas vezes os Conselhos Tutelares tem feito, de forma leviana e criminosa, com os grupos indígenas. Também é importante que as cidades que recebem os indígenas disponibilizem espaços adequados para sua permanência e pernoites, evitando situações de vulnerabilidade que, infelizmente, acentuam a truculência de condutas individuais, como a que aconteceu com o caso do Vitor.

Ainda não temos um veredicto para a razão imediata e individual deste crime hediondo. Mas ele se dá em um contexto que revela outros aspectos: Ele se dá em um momento em que os indígenas, juntamente com os quilombolas, são atacados pelos grandes grupos econômicos capitalistas, muito bem representados no Congresso e no Governo, e que querem modificar radicalmente o processo de reconhecimento de terras tradicionalmente ocupadas (e também de áreas de preservação) através da Proposta de Emenda à Constituição nº 215 e tantas outras iniciativas de mudança da lei.

Ele ocorre num momento que os povos indígenas enfrentam manifestações explícitas de preconceitos. Mesmo possuindo diminutas áreas para ocupação, afirmações como “muita terra para pouco índio, são inverdades ainda frequentemente reproduzidas, bem como, que não produzem e não trabalham vivendo às custas do governo; além de outras mentiras de xenofobias com relação aos Guarani, que só fazem aumentar o desconhecimento da questão indígena e não resolver os reais problemas que sofrem essas populações.

A RBS e outras empresas que dominam a produção de notícias em SC têm feito um incansável trabalho de desinformação da população, incentivando posturas racistas contra os indígenas, através de matérias absolutamente irresponsáveis tanto do ponto de vista da ética jornalística quanto do respeito a Constituição, aos direitos humanos e a verdade científica. Exemplo é a Terra Indígena Morro dos Cavalos, situada a menos de 100 quilômetros de Imbituba, onde Vitor foi assassinado que é alvo frequente de matérias deste teor, deixando aumentando a situação de vulnerabilidade e de risco de todos os seus habitantes. No oeste de SC, onde nasceu Vitor, no Rio Grande do Sul e no Paraná a situação não é diferente: os indígenas têm sido alvo de violências explicitas, que, somadas à violência estrutural que compartilham com outros trabalhadores, sem teto, sem terra, quilombola, pescadores e tantos outros e outras, fazem deles uma das populações mais vulnerabilidades de nosso país.

Assim, ao invés de valorizar a diversidade cultural e garantir aos povos originários direitos reconhecidos internacionalmente, Santa Catarina compõe o vergonhoso cenário do preconceito, da ignorância e do desrespeito aos direitos humanos. E neste contexto que o crime de Vitor acontece.

Por tudo isto, estamos aqui para:

Exigir das autoridades policiais e judiciais que investiguem o caso   com toda a seriedade e celeridade que o caso merece;

Que haja punição dos culpados;

Que em todos os momentos do processo os direitos da família de Vitor sejam garantidos;

Que todos os elementos da cultura Kaingang sejam considerados e respeitados ao longo do processo, como o direito de usar a língua materna nos depoimentos, inclusive por parte da imprensa;

Que as prefeituras das cidades que recebem indígenas durante o verão para a venda de seus artesanatos oferecendo-lhes, a partir de processos compartilhados de organização, apoio e acolhimento digno, respeitando seus costumes e tradições;

Que o Governo de Santa Catarina modifique radicalmente forma como tem tratado os povos indígenas, retirando os processos contrários as demarcações de Terras Indígenas em curso e que chame as secretarias estaduais para discutir conjuntamente a questão indígena;

Que a RBS retrate-se publicamente face as matérias criminosas que divulgou especificamente no Encarte “Terra Contestada”, divulgada em 2014;

Que o Governo brasileiro regularize imediatamente todas as Terras Indígenas e as terras de Quilombos de SC.

Nós da sociedade catarinense estamos atentos, e lutando para que os direitos destes povos sejam garantidos e implementados!

Carmen Susana Tornquist
Antropóloga e Professora da UDESC

Clovis A. Brighenti
Historiador e Prof. da Unila/Membro do Cimi Sul

Osmarina de Oliveira
Geógrafa e Membro do Cimi Sul

SELA (M.S.N.S.)
Artista Plástica

Telma Anita Piacentini
Pedagoga/Museu do Brinquedo da UFSC

Viviane Vasconcelos
Antropóloga

Florianópolis, 30 de Janeiro de 2016.


Um mês do assassinato do Vitor Pinto Kaingang

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

VITOR KAINGANG VIVE! Ato . Exposição de Brinquedos . Brincadeiras


VITOR KAINGANG VIVE!

Ato . Exposição de Brinquedos . Brincadeiras
Hall do 1o. piso (empréstimo) da Biblioteca Universitária da UFSC
Campus Trindade
Abertura dia 29 de janeiro de 2016*

A brutalidade do assassinato do menino Kaingang, Vitor Pinto, de apenas 02 anos de idade, degolado enquanto era alimentado nos braços de sua mãe, a índia Sônia da Silva, no dia 30 de dezembro de 2015, em frente à rodoviária de Imbituba, não é apenas um caso isolado ou menos ainda uma fatalidade como alguns insistem em afirmar. A morte de Vitor expõe a situação de vulnerabilidade a que estão submetidos cotidianamente os índios no Brasil. Isto é reflexo do completo descaso com que o Estado trata das questões de demarcações de terras, saúde, educação, e outras demandas indígenas em geral. Neste país, matam-se aos poucos seus povos originários.

Tal fato só contribui para aumentar e perpetuar o preconceito da sociedade, que está aliado à uma mídia que incita constantemente o ódio e violência contra os índios ao invés de buscar a promoção de uma sociedade mais humana. Não seria essa uma tragédia digna de ter ultrapassado as fronteiras nacionais e chegado aos órgãos internacionais?

Não se trata apenas da morte de uma criança, mas do assassinato do sonho de dignidade da infância. Vítor era uma criança indígena e, portanto, pobre. Talvez isto explique o silêncio. Era mais uma criança alvo do descaso público, como tantas neste país. Crianças invisíveis.

As populações indígenas no Brasil têm enorme contribuição para a identidade do país, para a proteção do meio ambiente e para a construção de uma sociedade mais humana, no entanto são tratados com descaso. É imprescindível que num país que onde se busque melhores condições de igualdade e dignidade para seus habitantes saiba respeitar e valorizar a diversidade cultural e proteger os povos indígenas.

O menino Kaingang não poderá mais brincar. Não poderá mais correr nas matas que seu povo protege, nem nos rios, nem brincar com os animais que tanto respeitam. Não viverá para ver o que vem depois. No entanto não o deixemos ser abandonado uma vez mais. Que o futuro e a história dos povos indígenas no Brasil seja de direitos e não de tragédias. Não o deixemos morrer na memória daqueles que lutam por uma sociedade mais humana.

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* Horário da Exposição

Horário de Verão da BU/UFSC
Das 07:30 às 13:30 h de segunda à sexta até 26/02/16
Sábado e domingo fechado

Horário após 29/02/16 da BU/UFSC
Das 07:30 às 22:00 h de segunda à sexta
Das 08:00 às 17:00 h no sábado
Domingo fechado