terça-feira, 26 de agosto de 2014

Convite - 2º Encontro da REM/SC - PNEM: setembro de 2014


Convite - 2º Encontro da REM/SC - PNEM

Encontro para a discussão e sugestões de alterações no “Documento Preliminar do Programa Nacional de Educação Museal” – PNEM.

Data: 01 de setembro de 2014 (segunda-feira)

Horário: das 8h30min às 12h e das 13h às 17h

Local: Auditório do Centro de Ciências da Educação, da Universidade Federal de Santa Catarina (CED/ UFSC) - Campus Trindade - Florianópolis – SC

Inscrições: até o dia 29/08/2014 em http://tinyurl.com/2remsc-pnem2014

Observação: será disponibilizado certificado no final do encontro, conforme  a participação nas atividades.

Mais informações: remsc.blogspot.com.br
Contato:  remscblog@gmail.com

PROGRAMAÇÃO

Matutino [8h30min às 12h]
- Abertura l   Reunião dos GTs  -  Eixos temáticos PNEM

Vespertino [13h às 17h]
- Plenária [aprovação das propostas dos GTs]  l  Encerramento

Grupos de Trabalho (GTs) –  Eixos Temáticos do PNEM – Coordenação:

Acessibilidade
Marcella Monteiro Borel: Museóloga – Fundação Cultural de Blumenau (FCBlu)/
Grupo de Estudos e Pesquisas Museológicas do Vale do Itajaí – GEPVI

Comunicação
Mariana Girardi Barbosa Silva:  Coordenadora do Educativo – Museu Hering/
Grupo de Estudos e Pesquisas Museológicas do Vale do Itajaí – GEPVI

Gestão
Luciana Silveira Cardoso: Coordenadora do Curso de Graduação em Museologia/ UFSC

Museus e Comunidades
Valdemar Assis: Professor do Curso de Museologia UFSC

Perspectivas conceituais
Simone Rolim de Moura: Educadora do Museu Victor Meirelles

Profissionais de Educação Museal
Silvana Silva de Souza: Coordenadora do Programa Educativo - Museu Ferroviário de Tubarão

Redes e parcerias
Marli Fávero: Analista Técnica em Gestão Cultural (FCC)/Sistema Estadual de Museus de Santa Catarina (SEM/SC)

Sustentabilidade
Rafael Muniz de Moura: Museólogo do Museu Victor Meirelles

Lembramos que os trabalhos dos seguintes eixos temáticos foram finalizados no primeiro encontro  e  que as propostas serão aprovadas na plenária deste 2º encontro:

Estudos e pesquisas
Renilton Roberto da Silva Matos de Assis: Museólogo do Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa

Formação, capacitação e qualificação
Thainá Castro Costa Figueiredo: Professora do Curso de Museologia UFSC

Contamos com sua participação e contribuição neste 2º encontro!


Equipe da REM/SC

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Exposição no MAR/Rio de Janeiro "Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas"


Exposição
"Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas"

De 26/08/14 à 15/01/15
MAR - Museu de Arte do Rio
Praça Mauá, 5, Centro
Rio de Janeiro/RJ/Brasil
CEP 20081-240

Fone: (21) 3031 2741

“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas"

Arte e Sociedade no Brasil 2

Como a arte se envolve com a educação? Em suas origens, o acesso aos museus e à escola era reservado aos estratos sociais dominantes e circunscrito à formação e ao lazer das elites. No Brasil, apenas no pós-guerra os museus ampliaram sua abertura para a sociedade e a consciência de seus deveres de acessibilidade e universalidade. A arte incide sobre a agenda política dos museus, marcada por um déficit de direitos sociais não atendidos, enquanto a sociedade se apresenta cada vez mais complexa.

Esta é a segunda mostra da série Arte e Sociedade no Brasil, que lança hipóteses sobre os desafios enfrentados pela educação, pela arte e pelo museu. Os artistas que integram a exposição propõem modelos para pensar o potencial da educação. Homenageia-se a artista Anna Bella Geiger, que há décadas discute dispositivos como cartilhas, atlas e métodos de leitura a partir das relações transculturais. Ela própria foi aluna do educador Anísio Teixeira.

Obras de arte, documentos e projetos educacionais debatem os sentidos da educação e do lugar dito escola. O pacto crítico da produção artística com a educação está aqui concentrado em quatro núcleos: (1) teoria, com foco em Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro e Paulo Freire; (2) processos, que documenta experiências da prática educacional; (3) dispositivos, que discute as dimensões de poder das estruturas educacionais; e (4) linguagem, que explora a relação entre fazer artístico, fala e escrita como campo de reconhecimento das diferenças.

Janaina Melo e Paulo Herkenhoff, curadores

O setor de educação do MST foi convidado a participar e é com muito orgulho que convidamos aqui todas e todos vocês a comparecerem e prestigiarem essa linda iniciativa!

"(...) No MAR, não fazemos vernissage, senão abrimos o Museu já com a mostra nova para todo público visitante. É um dia festivo já que na exposição organizamos as Conversas de Galeria com artistas, curadores e público. A ideia é conversar com o público na galeria, olhando para os trabalhos. É um percurso informal pela exposição, um bate-papo gostoso que contribui imensamente para o entendimento da exposição e para a aproximação do público e das diversas equipes do Museu que costumam acompanhar as conversas.” (...)

O bate-papo contará também com: Paulo Herkenhoff, Janaina Melo, Dennis Stenos-Possidente, Ana Chaves (equipe curatorial e de pesquisa da mostra)

Saiba mais na página do MAR, clicando aqui.

Reproduzido de compilado de Facebook do Sem Terrinha/RJ e página do Mar
25 ago 2014

Conheça o poema de Rubem Alves:

Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.

Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.

Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.

sábado, 31 de maio de 2014

Fórum Cinema e Educação na 13ª. Mostra de Cinema Infantil (2014)


13ª. Mostra de Cinema Infantil

Fórum Cinema e Educação
03 de junho de 2014 (terça-feira)
9h às 12h – 14h às 17h
Cinema do Centro Integrado de Cultura – CIC

Apresentação do Projeto “Territórios do Brincar”, com exibição de curtas-metragens e relatos de experiência com Renata Meirelles e David Reeks. Participação de Sandra Eckschmidt (Escola Casa Amarela). A partir de imagens de crianças dos mais diversos cantos do Brasil, a equipe do Projeto Território do Brincar propõe um diálogo com a infância de todos nós e a reflexão sobre o brincar na escola atual.



Saiba onde é o CIC clicando aqui.

sábado, 17 de maio de 2014

Retrospectiva multimídia do cartunista Claudius


Retrospectiva multimídia do cartunista Claudius

EXPOSIÇÃO

CLAUDIUS: QUIXOTE DO HUMOR

Local: SESC Santo Amaro
Endereço: Rua Amador Bueno, 505, Santo Amaro, São Paulo/SP
Telefone: (11) 5541-4000.
Abertura para convidados: 7 de maio, às 20h.
Exposição: de 8 de maio a 27 de julho.
De terça a sexta, das 11h às 21h. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h.
Curadoria: Claudius Ceccon / Produção e Montagem: SuperUber
Classificação indicativa: Livre.

O design de cada painel mistura imagens, frases e telas. A paleta de cores principal é inspirada nos desenhos de Claudius, e cada cor representa um tema de sua obra: política, educação, sustentabilidade, cidade. Na altura das crianças, os painéis exibem desenhos infantis (SuperUber)

Multimídia e interativa, Claudius: Quixote do Humor reúne imagens e frases que marcam seus mais de 50 anos de trajetória ininterrupta no jornalismo. Ele próprio assina a curadoria. Já a produção e a montagem da mostra fica a cargo da SuperUber.

Para Danilo Santos de Miranda, diretor regional do SESC em São Paulo, “o trabalho de Claudius consolidou o importante papel do humor e do cartum no auge da transformação política brasileira nos anos 1960 e 1970. Essa vertente educativa transcorre durante toda a sua trajetória e se faz presente nos seus 50 anos de carreira”.

Claudius: Quixote do Humor é dividida em módulos cenográficos, como se fossem folhas de papel espalhadas pelas paredes da unidade. A paleta de cores principal cobre esta área – e cada cor representa um tema de sua obra.

“As obras foram escolhidas pelo conteúdo da mensagem, pela criatividade do desenho, ou por ambas as coisas”, conta Claudius.

Numa alusão ao título da exposição, pegadas de cavalo levarão os visitantes a um grande pórtico com a forma do Quixote, que os convida a entrar. Da entrada, eles verão “Constelações”, onde poderão interagir com seus movimentos: enquanto flutuam na tela, os desenhos de Claudius podem ser tocados e se tornam animações, outros desenhos e palavras.

Uma entrevista de Claudius ao documentarista Eduardo Coutinho e um show de cartuns também serão apresentados em telas colocadas na área de exposição, em loop.

Outro elemento de interatividade é o “Mural Digital”. A tela é controlada por um totem, onde o público pode desenhar e escrever com os dedos. Esta produção entra randomicamente nos painéis e se torna um mosaico de registros, inspirados e misturados com a obra do artista.

“O desenho de humor é muito mais livre que uma foto ou um filme. O humor pode usar a linguagem da fantasia, do surrealismo, pode fazer sínteses impossíveis por outros meios, desvelar mecanismos escondidos, abrir as cabeças por meio do riso”, afirma o artista.


Sobre Claudius

Nascido em Garibaldi (RS), Claudius Ceccon desenha desde a infância, numa família que já se inclinava para o desenho. É arquiteto, designer, cartunista, escritor e ilustrador. É um dos fundadores e, atualmente, diretor da organização Centro de Criação de Imagem Popular (CECIP), produtora de conteúdos educacionais.

Iniciou sua vida profissional como chargista aos 19 anos, quando seus desenhos começaram a ser publicados no Jornal do Brasil (RJ). Dali para a revista Manchete, na qual foi titular da página de humor durante 15 anos. Suas charges já foram publicadas no que ele chama de Circuito Elizabeth Arden da Imprensa Brasileira (Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo e O Globo) sem esquecer de A Noite, do Diário Carioca, do Correio da Manhã e d’O Pasquim, do qual foi um dos fundadores, ao lado de Jaguar, Prósperi, Tarso e Sérgio Cabral.

Colaborou com inúmeras revistas, além da citada Manchete: Mundo Ilustrado, O Cruzeiro, Pif-Paf, Revista da Semana e essa, de nome impróprio: Bundas. Atualmente, colabora regularmente para a revista Caros Amigos, para a edição brasileira do Le Monde Diplomatique e para o suplemento “Ilustríssima”, da Folha de S.Paulo.

Seu primeiro engajamento com a comunicação popular aconteceu durante seu exílio político voluntário, em Genebra, na década de 1970. Na época, era Secretário Executivo de Comunicação de uma organização internacional, a WSCF World Student Christian Federation, e se tornou amigo de Paulo Freire, com quem, e mais um grupo de amigos, fundou o IDAC, Instituto de Ação Cultural.

O exílio voluntário se tornou mais concreto ao ser aconselhado a não voltar – toda a turma do Pasquim estava na cadeia – só faltava ele. Terminado seu mandato na WSCF, Claudius dedicou-se a projetos do IDAC, na Europa e na Africa, foi professor adjunto na Escola de Arquitetura da Universidade de Genebra, correspondente de Veja junto à sede europeia, da ONU, correspondente do Pasquim e fez frilas para várias organizações internacionais da família das Nações Unidas, o que contribuiu para disseminar seus desenhos mundo afora.

Uma preocupação que o acompanha até hoje, a democratização da informação, levou-o a criar o CECIP na década de 1980, com uma proposta inovadora para a época – o uso do vídeo em comunicação popular, com profissionais de primeira linha. Isto possibilitou que fossem feitas experiências em educação até então inéditas. Ao longo de seus quase trinta anos de existência o CECIP vêm realizando, além de vídeos e filmes sobre a realidade e a cultura brasileiras, materiais educativos e formação de educadores, jovens e agentes sociais.

O CECIP realiza ainda projetos de inclusão digital com alunos de escolas públicas do Rio de Janeiro. A lista de projetos realizados pela ONG e prêmios recebidos é extensa. Entre mais de uma centena há o Prêmio Itaú-UNICEF Educação & Participação; categoria Mobilização pela Educação, para o Projeto Estatuto do Futuro. Além do Certificado de Tecnologia Social, da Fundação Banco do Brasil, para o Projeto ‘Botando a Mão na Mídia’, que, a partir de oficinas, estimula uma leitura crítica dos meios de comunicação de massa.

Entre os filmes que foram exibidos no circuito cinematográfico estão os premiados e elogiados pela crítica ‘Santo Forte’ e ‘Babilônia 2000′, documentários de Eduardo Coutinho (um dos fundadores do CECIP) e ‘Bendito Fruto’, uma comédia dirigida por Sérgio Goldenberg. A ONG já produziu uma série de documentários, em coprodução com a BBC, o Channel 4, o Canal Plus, ARTE, e a ZDF, todas televisões europeias.

Reproduzido de Observatório da Imprensa (29 abr 2014) e SuperUber